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Panela Quente

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Conhecida como a Capital do Jeans, a cidade de Toritama, no agreste de Pernambuco, será palco da primeira edição do Festival Gastronômico Modelando Sabores. A ação, que tem como objetivo colocar o município no roteiro gastrô do estado, explorando a culinária e a cultura local, as ações começaram a acontecer no dia 12 de agosto e seguirão até o dia 4 de setembro, no Município. O festival é realizado pela Prefeitura de Toritama, em parceria com o Sebrae e o Instituto Cesar Santos.

 

Durante esses período, uma série de atividades serão realizadas, como consultorias presenciais nos estabelecimentos de alimentação fora do lar, cursos de requalificação para profissionais de salão e uma ação de culminância nos dias 3 e 4 de setembro, quando será montada uma Cozinha Show, onde grandes nomes da gastronomia pernambucana, liderados pelo Chef Cesar Santos, irão se apresentar. “A nossa ideia é integrar Pernambuco, passando por todas as cidades do estado, valorizando o que cada município tem de melhor na gastronomia. Dando protagonismo aos insumos da região e buscando estimular a autoestima do público através do fomento ao mercado local”, explica Cesar Santos, presidente do instituto.

 

CONCURSO – Até o dia 3, os restaurantes que receberam consultorias dos chefs do Instituto Cesar Santos estarão participando do Concurso Modelando Sabores. Cada empreendimento está com uma receita especialmente criada para a ação, para que o público prove e escolha o prato que melhor represente a cidade de Toritama. A votação é feita no próprio restaurante, a partir da leitura de um QR-Code. Só serão válidos um voto por e-mail/CPF cadastrado. No dia 4, logo após às aulas-show, os premiados serão revelados para o público em geral.

 

Confira a programação das aulas-show:

 

03/set, às16h30 – Aula-show com o chef Mardoneo Bernardino | Peixe na Casa de Farinha

03/set, às 18h às 19h – Aula-show com o chef Rogério Ribeiro | Pudim de Cartola

03/set, às 19h30 – Aula-show com a chef Monique Santos | Medalhões Suínos com Aligot de Macaxeira e Molho de laranja e Mel 

04/set, às 16h30 – Aula-show  com o chef Adriano Oliveira | Peixe na Roça

04/set, às 18h – Aula-show com a chef Bárbara Vieira | Arroz da Borborema

04/set, às 19h30 – Aula-show com o chef Cesar Santos | Danado de Bom

Jogada Criativa
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A Floresta Amazônica, também conhecida como Amazônia, é uma das maravilhas naturais mais extraordinárias do planeta. Estendendo-se por nove países da América do Sul, principalmente no Brasil, ela abrange uma área impressionante de aproximadamente 6,7 milhões de quilômetros quadrados, tornando-a a maior floresta tropical do mundo.

 Biodiversidade

A Amazônia é o lar de uma biodiversidade incomparável, abrigando milhões de espécies de plantas, animais e microorganismos. Estima-se que existam entre 390 bilhões e 400 bilhões de árvores na região, representando cerca de 16% das espécies de árvores do planeta. É também um habitat crucial para inúmeras espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes e insetos.

Importância Ambiental

Além de sua riqueza biológica, a Amazônia desempenha um papel fundamental na regulação do clima global. As árvores absorvem dióxido de carbono da atmosfera, ajudando a mitigar as mudanças climáticas. A floresta também influencia padrões climáticos regionais e pode afetar o clima em escala global através da liberação de vapor de água na atmosfera.

 Ameaças e Conservação

Apesar de sua importância, a Amazônia enfrenta ameaças significativas, incluindo desmatamento ilegal, atividades agrícolas e pecuárias, mineração ilegal e mudanças climáticas. O desmatamento, em particular, continua sendo uma preocupação grave, pois pode resultar em perda irreparável de biodiversidade e impactos negativos na estabilidade climática global.

Culturas Indígenas

A Amazônia é também o lar de numerosos povos indígenas que têm uma conexão profunda e ancestral com a floresta. Suas culturas e modos de vida estão intrinsecamente ligados à biodiversidade e aos ecossistemas da região, desempenhando um papel crucial na preservação e manejo sustentável dos recursos naturais.

Pesquisa Científica

A floresta Amazônica continua a ser um foco de intensa pesquisa científica, explorando sua biodiversidade, ecologia, medicina tradicional e potencial para desenvolvimento sustentável. Descobertas constantes revelam novas espécies e contribuem para nosso entendimento dos complexos sistemas ecológicos da região.

Em resumo, a Amazônia não é apenas uma maravilha natural extraordinária, mas também um componente essencial para a saúde do planeta Terra, exigindo esforços contínuos de conservação e manejo sustentável para proteger suas riquezas para as futuras gerações.

O Pudim de Leite Condensado: A Sobremesa Número 1 do Mundo Segundo TasteAtlas

O pudim, uma das sobremesas mais apreciadas globalmente, alcançou a 1ª posição no ranking do TasteAtlas entre as sobremesas feitas com leite condensado.

A origem exata do pudim é incerta, mas suas raízes provavelmente remontam à Europa antiga. Ao longo dos séculos, a receita evoluiu e se disseminou mundialmente, adaptando-se aos paladares locais. Em várias culturas, o pudim é considerado um prato principal, caracterizado por sabores intensos e únicos.

Destacando-se no cenário gastronômico, o pudim de leite condensado é uma sobremesa altamente avaliada globalmente, liderando o ranking do TasteAtlas. Além disso, tornou-se um símbolo da cultura culinária brasileira.

Para os que desejam experimentar as melhores versões dessa iguaria em São Paulo, a Casual EXAME preparou um roteiro gastronômico imperdível!

Flakes

A Flakes se tornou um fenômeno nas redes sociais com o Ovo Pudim (R$ 149 com 400g e R$ 1.799 com 7kg). Esse ovo de Páscoa é feito com meia casca de chocolate branco, recheado com mousse três leches, bolo de baunilha e brigadeiro branco cremoso. A sobremesa é finalizada com calda de caramelo e um pudim lisinho, sem furinhos. Além da Páscoa, a Flakes oferece o Pudim Clássico (R$ 24,50) durante todo o ano, um pudim de leite super cremoso, sem furinhos e com calda de caramelo, pesando 120g.

  • Endereço: Rua Pedroso Alvarenga, 1192, Itaim-Bibi
  • Telefone: (11) 91326-3003
  • Horário de Funcionamento: Todos os dias das 11h30 às 20h

Macaxeira

Inspirado na cultura nordestina, o restaurante Macaxeira celebra a culinária regional em toda sua diversidade. O destaque vai para o pudim de tapioca (R$ 24,90), que une o clássico pudim à tapioca, um alimento indígena muito apreciado no Nordeste.

  • Endereço: Rua Emília Marengo, 185, Jd. Anália Franco
  • Telefone: (11) 2671-2233
  • Horário de Funcionamento: Segunda a quarta, das 12h às 23h; quinta a sábado, das 12h à meia-noite; domingo das 12h às 18h30

Temperani Cucina

O Temperani Cucina, restaurante de culinária italiana no Complexo Vila Anália, é inspirado nas tradicionais trattorias italianas, oferecendo pratos clássicos e modernos. Entre as sobremesas, destaca-se a Panna Cotta (R$ 31), feita com pudim de creme de leite e baunilha, morango fresco, calda de balsâmico e suspiro.

  • Endereço: Rua Cândido Lacerda, 33, Jardim Anália Franco
  • Telefone: (11) 2674-0843
  • Horário de Funcionamento: Segunda e terça das 12h às 16h e das 19h às 23h; sexta e sábado das 12h à meia-noite; domingo das 12h às 22h

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O buffet Partager Gastronomia oferece opções tanto para o dia a dia quanto para paladares mais exigentes. Entre as sobremesas, o mini pudim (R$ 20 a unidade) e a versão grande (R$ 150 a unidade) são os grandes sucessos. Inicialmente criado para um evento, o doce conquistou tanto os clientes que foi incluído no cardápio fixo.

  • Endereço: Consultar localização específica
  • Telefone: Consultar contato direto

Desfrute das Delícias Típicas da Festa Junina em São Paulo

Com a chegada de junho, além do frio, vem uma das celebrações mais queridas do Brasil: a Festa Junina. Este evento tradicional é aguardado ansiosamente e oferece uma variedade de pratos típicos deliciosos, além de muitas atrações para aproveitar com a família e amigos.

Aproveite para explorar os melhores arraiás de São Paulo e conheça restaurantes que oferecem quitutes tradicionais de Festa Junina. Confira nossas sugestões:

Feliciana Pães

Localizada no Mercado de Pinheiros, esta charmosa padaria oferece uma vitrine recheada de delícias doces e salgadas. Destaque para o clássico Quindim (R$14), um doce feito com gemas de ovos, açúcar, manteiga e coco ralado, típico das festas juninas brasileiras.

  • Endereço: Rua Pedro Cristi, 89 – Pinheiros, São Paulo/SP
  • Telefone: (11) 99534-2473
  • Horário: Segunda a sábado, das 8h às 18h. Brunch aos sábados das 09h30 às 18h

St Chico

Com três unidades na capital, esta padaria oferece ótimas opções de comidinhas de festa junina. O Hot Dog (R$22) é feito com salsicha especial, mostarda e pão de leite, e o clássico Pé de Moleque (R$12,50) está no cardápio junto com o tradicional Bolo de Milho (R$38, 300g).

  • Endereço: Rua Fernão Dias, 461 – Pinheiros, São Paulo/SP
  • Telefone: (11) 97280-9010
  • Horário: Segunda a sexta das 7h às 20h, sábado das 7h às 19h e domingo das 7h às 18h

Tantin Bar

Este bar de gastronomia brasileira oferece um ambiente descontraído, ideal para um almoço no fim de semana. O cardápio do chef Marco Aurélio Sena inclui o Pastel de Queijo com couve manteiga e alho frito (R$32) e o Atolado de Vaca 2.0 (R$34), um bolinho de mandioca recheado com costela assada.

  • Endereço: Rua dos Pinheiros, 987 – Pinheiros, São Paulo/SP
  • Telefone: (11) 3034-3082
  • Horário: Terça a quinta das 12h às 16h e das 18h às 23h, sexta das 12h às 15h e das 18h à 0h, sábado das 12h à 0h e domingo das 12h às 18h

Tchocolath

Especializada em chocolates artesanais, esta marca lançou doces com sabores típicos de festa junina. Destaque para o Balão de chocolate ao leite recheado com paçoca (R$23) e a Maçã do amor de chocolate ao leite (R$48, 65g) com moranguinhos glaceados.

  • Endereço: Rua Antônio Afonso, 19 – Vila Nova Conceição, São Paulo/SP
  • Telefone: (11) 97652-3081
  • Horário: Segunda a sábado, das 8h às 19h; domingo, das 9h às 18h

Bar Original

Um dos bares mais tradicionais da capital, o menu inclui o clássico Buraco Quente (R$49) no pão francês com carne moída, molho secreto e queijo, acompanhado pelo premiado Chopp Claro (R$12).

  • Endereço: R. Graúna, 137- Moema, São Paulo/SP
  • Telefone: (11) 2299-5336
  • Horário: Segunda a quarta das 17h às 00h, quinta das 17h às 01h, sexta das 12h às 02h, sábado das 12h às 02h e domingo das 12h às 19h

BEC Bar

Este bar de essência brasileira em Pinheiros oferece um cardápio amplo com cervejas, drinks, churrasco e petiscos de boteco. O destaque é o Sanduba de Pernil (R$36), um clássico de festa junina.

  • Endereço: Rua Padre Garcia Velho, 72 – Pinheiros, São Paulo/SP
  • Telefone: (11) 95660-2065
  • Horário: Quarta a sexta das 18h à 1h, sábado das 12h à 1h, domingo das 12h às 19h

Flora Bar

Escondido atrás de uma floricultura charmosa, este bar oferece petiscos de origem franco-brasileira, incluindo um saboroso Hot Dog (R$46) com salsicha allbeef, pão de leite, mostarda dijon e picles de cebola.

  • Endereço: Rua Padre João Manuel, 795 – Jardim Paulista, São Paulo/SP
  • Horário: Segunda a sábado das 19h à 1h; domingo das 19h à 0h

Expedito Bar

Localizado na zona sul, este bar especializado em churrasco é perfeito para reunir família e amigos. Entre os espetos tradicionais estão o de Carne Bovina (R$12) e de Linguiça Apimentada (R$12). Para acompanhar, o drink Mula do Sertão (R$36) é uma ótima pedida.

  • Endereço: Rua Ibiturama, 1540 – Campo Belo, São Paulo/SP
  • Telefone: (11) 2157-4808
  • Horário: Terça a quinta das 16h às 00h, sexta e sábado das 12h à 00h45, domingo das 12h às 21h

Ghee Banqueteria

Com um menu especial assinado pelo chef Paulo Neves, a Ghee Banqueteria oferece quitutes típicos artesanais. A Cesta de Festa Junina (R$780/serve 6 pessoas) inclui uma variedade de comidinhas, doces e bebidas tradicionais.

  • Pedidos: Encomendas devem ser realizadas com 3 dias úteis de antecedência e podem ser retiradas ou entregues mediante taxa a consultar. Serviço de entrega para a capital paulista, interior e litoral de SP.

Aproveite o mês de junho para saborear essas delícias e celebrar a Festa Junina em grande estilo!

 

 

Ranking Casual EXAME 2024 Destaca a Gastronomia Nacional

Conheça os Melhores Restaurantes do Brasil

A terceira edição do ranking da Casual EXAME revela a força e a diversidade da gastronomia brasileira. Entre os 100 melhores restaurantes do país em 2024, quatro estão localizados em Recife, mostrando que a capital pernambucana é um importante polo culinário. A seleção foi realizada por um júri composto por 72 críticos e influenciadores de renome nacional (a lista completa está no final deste conteúdo).

Cada jurado escolheu seus dez restaurantes favoritos, sem ordem de importância. Os votos foram compilados e organizados, e em caso de empate, os estabelecimentos foram listados em ordem alfabética. Este guia serve para apresentar aos leitores o que há de melhor na culinária nacional e valorizar o trabalho de chefs, garçons e empresários.

Descubra Também os Melhores Bares de São Paulo e Salvador

Taberna Japonesa Quina do Futuro (Recife)

O sucesso do Quina do Futuro é uma história que remonta à imigração da família Matsumoto, originária de Sasebo, no Japão. Chegando ao Brasil, a família começou trabalhando em um cafezal no Paraná, e após uma passagem por São Paulo, se estabeleceu em Recife. Identificando uma oportunidade no mercado local, abriram uma pastelaria que rapidamente se tornou um sucesso, evoluindo para o aclamado restaurante de gastronomia japonesa que é hoje.

Serviço: Rua Xavier Marques, 134, Aflitos, Recife. Abre de segunda a sábado no almoço e jantar.

Arvo (Recife)

O chef Pedro Godoy reinventa a culinária regional de forma acessível. O menu executivo de almoço oferece opções como o kibe de atum com coalhada seca, homus de beterraba e pão pita. Entre os pratos principais, destaque para o arroz caldoso de carne de panela e linguiça matura, servido com banana da terra caramelizada e aioli de pão (79 reais).

Serviço: Rua Djalma Farias, 170, Torreão, Recife. Abre sábado e domingo no café da manhã; segunda a domingo no almoço. Aos sábados, há roda de samba a partir das 16h30.

Ca-Já (Recife)

No acolhedor imóvel da década de 1950, Yuri Machado recebe os clientes de maneira informal, como se estivessem em casa. Oferece mesas internas ou no quintal sob as árvores, com opções que variam de entradas e lanches a pratos principais para compartilhar. Entre os destaques estão o nhoque de inhame com ragu de chambaril (55 reais) e os guiozas de camarão com caruru e caldo de tucupi (37 reais).

Serviço: Rua Carneiro Viléla, 648, Aflitos, Recife. De terça a quinta-feira das 12h às 15h30 e das 19h às 23h. Sexta-feira e sábado das 12h às 16h e das 19h às 23h. Domingo das 12h às 16h.

Chiwake (Recife)

Embora estreante na lista dos 100 Melhores Restaurantes, o Chiwake tem uma história de mais de uma década no Recife. Inaugurado em 2007 pelo chef Biba Fernandes, oferece pratos tradicionais e contemporâneos da culinária peruana e Nikkei. Destaques incluem o Cebiche Nazca e o Pescado Nikkei.

Serviço: Rua da Hora 820, Espinheiro – Recife. De terça a quinta-feira das 12h às 15h e das 19h às 23h. Sexta-feira das 12h às 15h e das 19h à 00h. Sábado das 12h às 16h e das 19h à 00h. Domingo das 12h às 16h.

Lista Completa dos 100 Melhores Restaurantes do Brasil

O ranking completo da Casual EXAME destaca estabelecimentos em 15 cidades, reconhecendo a excelência da gastronomia em todo o país.

Festas Juninas: Tradição e Cultura Celebradas em Todo o Brasil

Com a chegada de junho, o Brasil se enche de cores, sabores e tradições com as festas juninas, uma das celebrações mais vibrantes do calendário. Pipocas estourando, doces de milho e amendoim, canjicas e bolos de fubá compõem a rica culinária típica dessa época, homenageando a diversidade gastronômica brasileira.

Mas os arraiás não se resumem apenas às delícias culinárias. As bandeirinhas coloridas, as barracas com brincadeiras e jogos, e as danças tradicionais, como quadrilhas e forrós, criam uma atmosfera festiva que atrai milhares de pessoas ao redor das fogueiras em todo o país, proporcionando momentos de pura alegria e descontração.

Segundo uma pesquisa da Booking.com, um em cada dez viajantes brasileiros deseja viajar este ano para um evento cultural. Além disso, 24% dos viajantes brasileiros planejam uma viagem para conhecer uma atração cultural. Seja para saborear pratos típicos, dançar ao som de músicas folclóricas ou simplesmente se envolver no clima festivo, viajar durante as festas juninas garante momentos inesquecíveis e emocionantes.

Cinco Destinos Imperdíveis para as Festas Juninas no Brasil

Campina Grande, Paraíba

Conhecida como a “Capital do Forró”, Campina Grande sedia o maior São João do Mundo. Durante junho, a cidade se transforma em um verdadeiro paraíso junino, com shows de grandes artistas, apresentações de quadrilhas e concursos de comidas típicas. O evento atrai mais de 2 milhões de turistas.

Caruaru, Pernambuco

Também intitulada “Capital do Forró”, Caruaru é um destino essencial para quem deseja vivenciar as festas juninas. O São João de Caruaru apresenta quadrilhas, shows de forró, feiras de artesanato e comidas típicas, com a festa de 2024 sendo dedicada ao tema “A evolução do Barro”.

São Luís, Maranhão

A festa junina de São Luís é uma das mais autênticas do Brasil, destacando-se pelo Bumba Meu Boi, cacuriá, quadrilhas e grupos de tambor de crioula. É uma verdadeira manifestação da cultura maranhense, celebrada com grande entusiasmo.

Mossoró, Rio Grande do Norte

O Mossoró Cidade Junina é um dos eventos mais tradicionais do Rio Grande do Norte. Com uma programação diversificada, que inclui o famoso “Pingo da Mei Dia”, a festa promove um grande arrastão junino pelas ruas da cidade, abrindo os festejos juninos de Mossoró.

Aracaju, Sergipe

O Forró Caju, principal arraiá da capital sergipana, oferece uma programação cultural diversificada, com quadrilhas, shows de artistas locais e nacionais, e uma vasta variedade de comidas típicas. O evento, realizado entre 23 e 29 de junho, atrai cerca de 150 mil pessoas por dia na Praça de Eventos do Mercado.

As festas juninas são uma celebração da cultura brasileira, proporcionando experiências inesquecíveis a todos que participam. Se você planeja uma viagem cultural, essas festividades são uma excelente oportunidade para mergulhar nas tradições e na alegria do povo brasileiro.

Patrick Martin, o chef francês responsável por trazer a Le Cordon Bleu para o Brasil, defende uma culinária acessível e o papel da escola na formação do paladar.

O cardápio do último jantar do governo de Dom Pedro II, descrito no livro “O Último Baile do Império” por Claudio da Costa Braga, incluía 18 pavões, 80 perus, 300 galinhas, 350 frangos, 30 fiambres, 1.000 peças de caça e 50 peixes, tudo regado a muito champanhe e sofisticação. Esse banquete, inspirado em grandes monarquias europeias, refletia uma gastronomia reservada à realeza.

Dois séculos depois, chefs renomados, que antes serviam a realeza, abriram restaurantes para oferecer alta gastronomia às elites. Patrick Martin acredita que essa exclusividade não é necessária. “Estou empenhado em tornar a culinária mais acessível e desmistificar a ideia de que ela é inacessível”, afirma. Martin, com vasta experiência em restaurantes estrelados em Paris, é o diretor técnico da Le Cordon Bleu no Brasil.

A Le Cordon Bleu, presente em 20 países, promove a cultura culinária em diversos níveis. Este ano, a escola expandiu além de São Paulo e Rio de Janeiro, onde está desde 2018, para outras capitais. Em São Paulo, foi inaugurado o Culinary Village, um espaço que promove conexões entre parceiros, marcas e empresas. O hub conta com cozinha de apresentação, sala de jantar, coworking, um café e o Memorial e Biblioteca Nina Horta, tudo para tornar a gastronomia mais acessível.

Martin destaca a parceria com a Ânima Educação como fundamental para a implementação da Le Cordon Bleu no Brasil. A escola começou em São Paulo e Rio de Janeiro e, este ano, expandirá para Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba, com planos de chegar a Natal, Salvador, Brasília e Santa Catarina em 18 meses.

Os programas desenvolvidos no Brasil incluem o Cordon Tech, com aprendizado técnico intensivo em culinária francesa e internacional, e o Diploma de Cozinha Brasileira, que valoriza a culinária local. Outros programas focam na harmonização de vinhos e culinária à base de plantas.

A Le Cordon Bleu busca desmistificar a alta gastronomia, tornando-a acessível ao público brasileiro. O Culinary Village exemplifica essa abordagem, oferecendo uma experiência completa em um ambiente acolhedor. A escola também oferece programas para diferentes níveis de habilidade, desde iniciantes até profissionais experientes.

Patrick Martin ressalta que a culinária francesa não tem a mesma representatividade de décadas atrás no Brasil, que hoje é mais diversificada. A Le Cordon Bleu adapta suas bases técnicas francesas às influências locais, consolidando sua presença no país com programas educacionais e parcerias estratégicas.

Comparando a gestão de restaurantes estrelados com a criação de uma escola de gastronomia, Martin considera ambos os desafios igualmente complexos. Ele enfatiza a importância da formação formal para alcançar a excelência na culinária.

Para se tornar um chef, Martin destaca a necessidade de curiosidade, paixão, autocrítica e humildade. A evolução do papel do chef inclui não apenas habilidades culinárias, mas também liderança e compreensão cultural. O chef moderno é versátil e desempenha múltiplos papéis além de cozinhar.

Casual EXAME conversou com sommeliers e chefs que indicaram rótulos de sidras, vinhos brancos e espumantes para se refrescar durante a estação

As altas temperaturas do verão estão implacáveis desde a entrada da estação, no fim de dezembro. E ainda nos restam muitos dias de calor até os ventos frios do inverno voltarem a soprar. Até lá, melhor deixar os taninos de lado para se refrescar com bebidas mais leves, jovens, com teor alcoólico mais baixo e acidez equilibrada, perfeitos para serem tomados na praia, à beira da piscina ou como acompanhamento para pratos delicados à base de peixes ou verduras.

Para ajudar na escolha, Casual EXAME conversou com sommeliers e chefs que indicaram rótulos de sidras, vinhos brancos e espumantes para se refrescar durante a estação.

Produzido com uvas blaufrankish por Gernot e Heike Heinrich, da aclamada vinícola austríaca Heinrich, localizada na região de Burgenland este rosé puro e natural é atualmente um dos queridinho do sommelier Guilherme Giraldi, do restaurante Cais. Com boa profundidade no nariz e nota de pitanga, entrega na boca um delicioso toque cítrico e leve amargor que remete à toranja. “Para fechar com chave de ouro, ainda tem alta acidez e ótima mineralidade. É um vinho fresco, para matar a sede, com complexidade na medida”, afirma Guilherme, que o vende no restaurante em taça (até acabar o estoque). Perfeito para acompanhar o crudo de atum, lardo e tomate do banquete da casa.

Serviço: R. Fidalga, 314 – Vila Madalena. Telefone: 11 3819-6282. Funcionamento: Almoço: Sexta das 12h às 15h, Sábado e domingo das 12h às 16h. Jantar: Quarta a sábado das 19h às 23h.

Poiré Granit 2021

A dica do sommelier Bautista Casafús, do restaurante Arturito, vem diretamente do noroeste da França, onde é produzida esta sidra com assinatura do ex-sommelier do restaurante L’Arpege), Eric Bordelet. Feita com peras de pomares antigos, cultivados bio dinamicamente na Normandia, ela tem apenas 3% de álcool, o que permite começar a ser consumida às 11h da manhã. “O nariz não avisa o que está por vir na boca. Ela é sequíssima, elegante e mineral, com uma complexidade de um grande vinho com elegância, uma perlagem delicada e um final longo e salivante”, diz Bautista que aposta nas bolhas para “transportar as pessoas imediatamente para os melhores lugares, como o verão brasileiro”. Perfeita para
servir com aperitivos de frutos do mar, a garrafa importada pela De La Croix custa R$ 228.

Serviço: Rua Artur de Azevedo, 542, Pinheiros. Telefone: (11) 3063-4951 / Whatsapp: (11) 95699-9330
Funcionamento: Almoço: Terça a sexta, das 12h às 15h. Sábado e domingo, das 12h às 16h. Jantar: Terça a sábado, das 19h às 23h

Stoneburn Sauvignon Blanc e Rocamadre Criolla

Ousadas, as sommelières Daniela Bravin e Cássia Campos, da Sede261 – que neste ano seguem firmes com seu clube de vinhos, no qual entregam mensalmente aos assinantes seis rótulos que fogem do óbvio, garimpados a dedo – indicaram não um, mas dois vinhos perfeitos para tomar despretensiosamente na praia ou à beira da piscina: um branco e um tinto.

O primeiro, branco, produzido na Nova Zelândia com a uva sauvignon blanc tem o frescor como palavra chave, com notas cítricas de limão e maçã verde, e notas herbáceas de grama recém-cortada e flores de laranjeira. “É um vinho bem equilibrado, com acidez vibrante”, define Daniela. Ideal para acompanhar ceviches de peixe branco, saladas e queijos leves.

Já o tinto argentino da Rocamadre, produzido com a casta Criolla, “é a cara do verão”. Com notas de frutas vermelhas frescas e toque terroso, traz uma sensação refrescante à boca. De corpo médio, taninos macios e final longo. “Para a melhor experiência, desfrute gelado”, indica Cássia. A sugestão de harmonização é com tartare de atum, sanduíche de pastrami ou cogumelos salteados.

Serviço: R. Benjamim Egas, 261, Pinheiros. Funcionamento: Quarta a sexta das 18h às 22h. Sábado das 15h às 22h. Domingo das 12h às 17h

Lou Bellule Beaujolais Villages

Pedro Grando, do restaurante Votre, chega para provar que é possível ir de vinho tinto no verão, desde que ele tenha a leveza e delicadeza deste Beaujolais feito 100% com a uva gamay e leveduras naturais. “Esse é um dos meus vinhos preferidos da carta do Votre. Ele é limpo, vivo, macio, com uma mescla interessante do caráter frutado e de mineralidade”, descreve. Com aromas frutados e notas florais no paladar, é um vinho perfeito para acompanhar uma refeição. Curiosidade: o nome do rótulo é uma homenagem à filha dos produtores.

Serviço: R. Natingui, 1548, Vila Madalena, São Paulo. Funcionamento: Terça a quinta: 12h-15h / 19h-23h. Sexta: 12h-15h / 19h-23h30. Sábado: 12h30-23h30. Domingo: 12h30-17h

Les Vignes de Montgueu

O produtor francês Emmanuel Lassaigne segue com maestria os passos do pai sendo uma das grandes referências da região com champagnes acima da média, cultivados em um dos mais prestigiados terroirs da França. “É um vibrante, com perlage delicada, agradável acidez e mineralidade deslumbrante”, afirma Diego Cartier, sócio da Vivente Vinhos. Destaque para as notas de frutas cítricas suculentas, que o tornam perfeito para acompanhar ostras, frutos do mar e mariscos. Importado pela Uva Vinhos, por R$ 655.

Branca 2022 e Trebbiano On The Rock 2023

Entusiasta dos vinhos brasileiros, a sommelier Gabrielli Fleming, sócia do restaurante Cepa, elegeu dois representantes do Rio Grande do Sul para refrescar os momentos nesse verão. O primeiro, Branca, produzido com o mínimo de intervenção pela microvinícola gaúcha Outrovinho, é um vinho branco fresco e suculento. Feito com a casta traminer, tem perfil aromático mais exótico que o habitual, com notas de lichia, maçã verde e melão. Harmoniza perfeitamente com comida japonesa fria.

Já o Trebbiano on The Rock, produzido por Luís Henrique e Talise Zanini, é praticamente um clássico da vinícola Era dos Ventos, pioneira na elaboração de vinhos laranja no Brasil. A safra de 2023, entretanto, é especial. “É a mais cítrica e fresca que provei deste rótulo até hoje. Um laranja para beber de balde”, garante Gabi.

Serviço: R. Antônio Camardo, 895, Vila Gomes Cardim. Funcionamento: Quarta a sexta das 12h às 15h. Sábado e domingo 12h às 16h. Jantar aos sábados: 19:30h – 23h. Tel: 11 2096-0687

O azeite é um produto versátil e pode ser utilizado tanto em pratos salgados quanto em sobremesas

Azeite e sal são dois ingredientes básicos na cozinha. Para além dos pratos salgados, os temperos estão sendo incluídos em receitas doces, pelo menos em vídeos nas redes sociais. Após a cantora Dua Lipa contar que sua sobremesa preferida é sorvete de baunilha acompanhado de sal e azeite, diversos vídeos testando a receita foram divulgados.

A combinação parece ser inusitada, mas surpreende no sabor. O azeite é um produto versátil e pode ser utilizado tanto em pratos salgados quanto em sobremesas, mesmo que seu uso não seja tão comum em preparos doces.

Além do sorvete, o azeite também pode ser consumido com bolos e chocolate, por exemplo. Em visitação ao olival da marca Oliq, na cidade de São Bento do Sapucaí (SP), a degustação dos azeites é feita com harmonização de pães, queijos, folhas e bolos.

Já para a receita do sorvete, é recomendado o uso de flor de sal e azeite condimentado, como limão siciliano. Segundo a marca gaúcha Prosperato, este sabor adiciona refrescância à sobremesa.

O diretor e mestre de lagar da Prosperato, Rafael Marchetti, explica porque a escolha do sorvete sabor creme. “A ideia é ter como base um sorvete que seja mais neutro, pois isso ajuda a destacar o sabor do azeite, que neste caso é mais acentuado por ser o de limão”, ressalta. Marchetti afirma ainda que se a pessoa for muito fã de limão siciliano, pode optar por um sorvete com esse mesmo sabor.

Além de surpreender no paladar e ser uma ótima opção para se refrescar no verão, a sobremesa também se destaca pelas diferentes texturas, ao combinar o azeite com a cremosidade do sorvete e a crocância da flor de sal.

O chef André Mifano prefere trocar o termo “comida típica italiana” por “comida ítalo-brasileira”

Espírito Santo, 21 de fevereiro de 1874. Há exatos 150 anos, os primeiros dos 388 passageiros do navio “La Sofia” começavam a desembarcar no porto de Vitória. A maioria dos imigrantes eram camponeses do norte da Itália que vieram em busca de trabalho, principalmente com destino a São Paulo.

Hoje o país tem cerca de 35 milhões de ítalo-brasileiros, formando a maior comunidade de descendentes de italianos em todo o mundo. E por aqui eles têm um dia para chamar de seu: o Dia Nacional do Imigrante Italiano, instituído em 2008 e celebrado nesta quarta-feira, 21.

“Essa imigração deixou uma marca forte na moda, nos costumes e na gastronomia”, diz o chef Salvatore Loi, que atualmente, comanda os restaurantes paulistanos Modern Mamma Osteria – Moma e Ella | Fitz, além do DOC Cucina, em Brasília. “O calor humano e a alegria são também um ponto de semelhança entre o Brasil e a Itália.”

Nascido na pequena Tempio Pausania, na Sardenha, ele chegou ao Brasil 25 anos atrás para assumir o cargo de chef executivo das operações do Grupo Fasano, onde atuou por mais de uma década. Salvatore diz que, para os italianos, receber amigos em casa e promover encontros é algo muito comum e valorizado, tal como aqui. “Então, sempre que sou convidado para um almoço ou reunião com vinho e boas risadas, me sinto mais próximo da minha Itália.”

Para André Mifano, chef e proprietário do restaurante Donna, nos Jardins, o brasileiro herdou do italiano sua “forma jovial e alegre”. E, claro, a fartura à mesa. Porém, ele prefere trocar o termo “comida típica italiana” por “comida ítalo-brasileira”. “Os pratos passaram por muitas transformações ao longo do tempo”.

Ele cita como exemplo o polpetone do Jardim de Napoli, hoje onipresente nos cardápios da cidade. “Não existe na Itália um polpetone com recheio de queijo e molho de tomate, pois ele é derivado de uma receita clássica”.

Outros exemplos são o filé à parmegiana, reinterpretação de um prato feito originalmente com beringela, e o capeletti à romanesca, criado por Giovanni Bruno na São Paulo dos anos 1950.

“O que comemos hoje é fruto de adaptações que muitos imigrantes tiveram que fazer quando chegaram por aqui”, diz Fellipe Zanuto, sócio da A Pizza da Mooca e do restaurande Hospedaria. A casa inaugurada no bairro da Mooca em 2016 propõe uma comida inspirada no dia a dia dos primeiros italianos que chegaram ao Brasil.

A Mooca, aliás, é o bairro paulistano que mais guarda memórias desse movimento migratório. “Não é um bairro que se parece com a Itália, mas que tem aquela alma italiana”, define Mifano.

Formado majoritariamente por operários que vinham do país europeu para trabalhar nas fábricas da região, esse pedaço da cidade guarda até hoje entre seus moradores o jeito de falar cantado e “italianado”.

Outros bairros próximos à região central ajudaram a consolidar a cultura do país mediterrâneo por aqui, como o Bixiga. “A Rua 13 de Maio, com suas cantinas e padarias, é bem representativa”, acrescenta Ney Alves, titular da cozinha do restaurante Piccini, nos Jardins. “Tem também o próprio Centro, que exibe muito da influência italiana na arquitetura, em construções como o Theatro Municipal e os edifícios Matarazzo e Martinelli. E é por lá que está o restaurante mais longevo da capital, o Carlino Ristorante, que desde 1881 serve raviólis, rigattones e filettos”.

Longevidade é a marca de outros restaurantes italianos da cidade, como a cantina C…Que Sabe!, aberta em 1931, e a Castelões, que completa um século de atividade em 2024. E endereços emblemáticos, como o sofisticado Fasano, inaugurado em 1947 na Rua Vieira de Carvalho, com história remonta ao início do século 20, quando Vittorio Fasano, recém-chegado de Milão, inaugurou a Brasserie Paulista, também no Centro. Sem falar nos mais atuais, como Nonna Rosa, Nino Cucina, Due Cuochi, Bráz Trattoria.

“A importação de produtos italianos como farinhas, massas secas, azeites, queijos e vários outros itens fez a gastronomia paulistana crescer em qualidade”, afirma Salvatore Loi. Não por acaso, há quem diga que hoje chega-se a comer tão bem aqui quanto na Itália.

Segundo uma pesquisa recente intitulada Hábitos Alimentares dos Brasileiros, sobre as preferências e tendências de consumo, 41% das pessoas entrevistadas disseram ter preferência por restaurantes italianos ao saírem para comer. “A Itália e a sua rica gastronomia regional continua forte e segue enriquecendo ainda mais esse paralelo entre os dois países”, conclui Salvatore.